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A Casa Fiz do Mundo é uma Missão Humanitária que um grupo de colaboradores das comunidades católicas de Carregosa, Vila Cova de Perrinho e Chave, da diocese do Porto, têm realizado em São Tomé e Príncipe, com as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, de Linda-a-Pastora (Lisboa).

Tudo se iniciou no ano de 2007 com a deslocação ao terreno de cinco voluntários e o envio de um contentor de ajuda humanitária. Em 2008 regressámos a S. Tomé, desta vez com 14 voluntários e o envio de três contentores. No local somos acolhidos na Missão das Irmãs Franciscanas na cidade das Neves, onde temos a base logística do trabalho, o alojamento e a alimentação. Ali é o ponto de partida para todas as acções nas roças, junto das populações mais desprotegidas. Em Agosto de 2007, quando lá chegamos, não havia cadernos escolares para o ano lectivo e o arroz tinha-se esgotado na ilha, entre muitas outras necessidades. Por isso, organizamos um contentor com apoio que levava 16 toneladas de material, desde vestuário, calçado, mobiliário escolar, material de puericultura e demais ofertas da população de Carregosa e outras freguesias, empresas e instituições, nos ofereceram para levarmos na Missão.

As Irmãs Franciscanas no terreno, dividem-se em duas estruturas. Uma na cidade de São Tomé e outra na cidade de Neves. Com a a ajuda financeira e logística que temos dados, já se implementou um lar, uma creche, uma escola primária, uma carpintaria, um aviário, uma confecção, cursos de formação informática e demais projectos laborais. O lema não é dar por dar, mas sim ensinar. Nestas micro-estruturas produtivas e de apoio social, criaram-se mais de 100 postos de trabalho permanentes, estando a gestão financeira a cargo das irmãs  que, desta forma,  contribuem à estruturação e estabilidade económica familiar.

O nosso trabalho abrange a assistência médica directa às zonas mais necessitadas, formação de educadores de infância e lideres, apoio na carpintaria com ferramentas, formações na mais diversas áreas como primeiros socorros, higiene pessoal e ambiental, informática e muitas mais, dependendo dos voluntários que seguem para o terreno.

Com o trabalho que tem sido desenvolvido, temos consciência da carência de formação e alguns bens que aquele povo sente. Por isso, pretendemos continuar a apoiá-los da forma que nos for possível, enviando bens essenciais (alimentação, produtos farmacêuticos e de higiene pessoal, material escolar, material para a costura, etc) e voltar a S. Tomé com mais grupos de formadores voluntários.

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